Um dia, por curiosidade, a Bianca jogou o próprio nome no Google.
“Bianca Colnago wine”.
E o algoritmo devolveu algo improvável: uma vinícola Colnago na Croácia.
Poucos seguidores, quase nenhum post.
Mas o sobrenome era o mesmo.
E não “coincidência de Silva” — Colnago é uma família só no mundo inteiro.
Uma mensagem no Instagram virou conversa.
A conversa virou viagem.
A viagem virou encontro.
Ilha remota, barco, vinho…
e um produtor que carrega o mesmo sobrenome, a mesma origem italiana, o mesmo brilho no olho quando o assunto é vinho.
Tem coisa que não dá pra explicar só com técnica.
Tem gosto que vem do sangue.
Tem conexão que atravessa países, gerações e taças.
👉 Você concorda que o vinho também pode ser identidade, memória e pertencimento?
